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Reviravolta em Escândalo de Corrupção: Documentos e Áudios Revelam Esquema Contra o Governo de Angola

Reviravolta em Escândalo de Corrupção: Documentos e Áudios Revelam Esquema Contra o Governo de Angola

Posted on Setembro 10, 2025

O que parecia ser um escândalo de desvio de fundos no seio da Sonangol ganhou uma dimensão política dramática.

Uma capa do jornal “O CRIME”,  de setembro de 2025, revela que os pagamentos sob investigação não foram feitos apenas para silenciar um denunciante, mas sim para subornar ativistas com o objetivo de gerar críticas contra a governação do Presidente João Lourenço.

A Nova Trama

De acordo com a manchete do jornal, comprovativos de pagamentos e registos áudio evidenciam atos de suborno praticados pelo PCA da Sonangol e pelo diretor da área de segurança e ativos. A acusação é grave: o dinheiro foi dirigido a ativistas para que estes critiquem o governo de João Lourenço. Essa revelação muda completamente o contexto das informações anteriormente obtidas.

A narrativa inicial, baseada num áudio, sugeria uma disputa interna por um acordo para impedir que informações prejudiciais sobre a Sonangol e o banco IETU fossem divulgadas. A nova informação, no entanto, aponta para uma conspiração política, onde o dinheiro teria sido usado para financiar oposição interna.

As Provas Concretas por Trás das Acusações

Os documentos obtidos anteriormente, que validam os pagamentos e as viagens, adquirem um novo significado à luz desta acusação. O comprovativo de transferência bancária mostra um pagamento de 45 milhões de kwanzas a Sebastião José Salazar, identificado como “Sacatinde” no áudio.

O dinheiro foi justificado como uma “consultoria em prevenção de fraude e branqueamento de capitais”.

O bilhete de avião de Salazar de Lisboa para Luanda confirma a sua viagem para o encontro.

Outra transferência, de 3.591.000,00 kwanzas, também para Salazar, pode ter sido um pagamento inicial relacionado com a viagem.

A combinação das evidências financeiras e de viagem com a informação da capa do jornal sugere que o suposto complô envolveu não só o diretor de segurança, Aniceto, mas também o próprio PCA da Sonangol, com o objetivo de desestabilizar politicamente o presidente da República.

 

 

FONTE:makamavulonews

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