Skip to content
folha de Luanda
Menu
  • SOBRE NÓS
    • POLITICA DE PRIVACIDADE – FOLHA DE LUANDA
  • OPINIÃO
  • NACIONAL
  • CULTURA E TURISMO
  • ECONOMIA E FINANÇAS
  • DESPORTO
  • CORRUPÇÃO
  • INTERNACIONAL
Menu
Privatização do Banco de Fomento Angola arranca em Setembro

Privatização do Banco de Fomento Angola arranca em Setembro

Posted on Agosto 21, 2025
Privatização do BFA arranca em Setembro
Cerca de 30 cento da participação do Banco de Fomento Angola (BFA) será privatizada entre a primeira e a última semana de Setembro deste ano, período para os investidores, instituições e particulares adquirirem as acções.
A informação foi prestada pelo PCA do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Álvaro Fernão, nesta quarta-feira, 20 de Agosto, em Luanda, após apresentação pública do Ponto de Situação da Execução do Programa de Privatizações (PROPRIV) 2023-2026.
O gestor sublinhou que se trata da maior operação em bolsa desde a criação da Bodiva, representando uma oportunidade significativa para dinamizar o mercado de capitais em Angola.
A expectativa é de uma ampla participação e um volume de arrecadação elevado, cujos valores concretos serão divulgados após o fecho da operação, no final de Setembro.
“É uma oferta grande e contamos que isso leve à possibilidade dos investidores, não só institucionais, mas também as pessoas, que vão poder comprar este activo. Estamos à espera de uma grande operação. É a maior que já temos. No fim de Setembro, poderemos dizer quanto é que nós conseguimos arrecadar”, precisou.
No que toca à percentagem de capital a disponibilizar, o PCA informou que a colocação rondará os 30 por cento, resultantes da participação da Unitel (15 por cento) e do mecanismo de “tag along” do BPI (cerca de 14,5 por cento a 15 por cento).
A Comissão Nacional Interministerial do Programa de Privatizações (PROPRIV) aprovou o cronograma de privatizações até Dezembro de 2026 e analisou o balanço do primeiro semestre de 2025.
De acordo com os dados apresentados, no primeiro semestre foram privatizados quatro grandes activos, entre eles a Fábrica de Cimento Cif, avaliada em 180 mil milhões de kwanzas, a Unidade de Montagem de Automóveis na Zona Económica Especial, a Cervejeira Bela e um supermercado no Zamba 3, totalizando cerca de 200 mil milhões de kwanzas.
“Neste momento, alguns desses activos encontram-se em fase de arranque. A fábrica de automóveis tem o início das operações previsto para Novembro deste ano, com a perspectiva de gerar mais de mil postos de trabalho. Já a fábrica de cimento emprega actualmente entre 900 e 1.000 trabalhadores, número que deverá continuar a crescer. Esperamos que estes empreendimentos mantenham uma trajectória positiva, contribuindo de forma significativa para o aumento do PIB nacional”, sublinhou.
A reunião aprovou ainda uma estratégia de mitigação de incumprimentos, com medidas que incluem renegociação de prazos, mecanismos de compensação e apoio operacional e financeiro aos adjudicatários, com vista a garantir a estabilidade e funcionamento das unidades privatizadas.
No que diz respeito aos activos da comunicação social, TV Zimbo e Mídia Nova, a Comissão esclareceu que a privatização ainda está em estudo, sem datas definidas.
A reunião foi orientada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.
©2026 folha de Luanda | Design: Newspaperly WordPress Theme