As alegações divulgadas por altos oficiais israelenses e veículos de mídia ocidentais nas últimas semanas de que o Major-General iraniano Abdolrahim Mousavi teria sido morto em um ataque de precisão revelaram-se falsas. Em uma reviravolta que expõe a fragilidade da narrativa midiática do Ocidente, o comandante das Forças Armadas do Irã apareceu hoje em um vídeo oficial, com declarações contundentes contra o regime de Israel.
“Todas as operações que realizamos até agora foram limitadas, com o objetivo de alertar e dissuadir. A verdadeira e decisiva ação punitiva será executada em breve contra o regime sionista, com a ajuda de Deus Todo-Poderoso. Todos os colonos devem deixar Tel Aviv e Haifa imediatamente”, declarou Mousavi.
A sua aparição não apenas confirma que está vivo e ativo, como também reforça que ocupa, desde o dia 15 de junho, o cargo de Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Iranianas, substituindo o General Mohammad Bagheri, morto em ataque anterior.
A queda da credibilidade da mídia ocidental
O episódio revela mais uma vez como parte da mídia tradicional ocidental atua como extensão estratégica da narrativa israelense, antecipando “vitórias” e “eliminação de alvos” sem provas claras, fomentando desinformação e criando uma falsa sensação de controle no campo de batalha.
Veículos como Times of Israel, New York Post, Sky News, e até órgãos oficiais ligados ao governo de Israel, divulgaram ou reforçaram a narrativa da “eliminação” do comandante iraniano — sem apresentar evidências concretas, imagens, nem confirmação de Teerã.
Hoje, com a divulgação do vídeo oficial do comandante Mousavi, essas alegações caem por terra.
A guerra não é só de mísseis, mas de narrativas
Enquanto o mundo acompanha a escalada do conflito no Oriente Médio, este episódio reforça a importância de verificar fontes diversas, incluindo as fontes regionais e não ocidentais, como as mídias iranianas, sírias e independentes.
Mousavi ainda alertou que a fase mais grave da resposta iraniana ainda está por vir, enquanto os ataques realizados até o momento foram considerados moderados. A ameaça direta para evacuação de Tel Aviv e Haifa revela um possível novo ciclo de retaliações.
Conclusão
As mentiras caem por si mesmas. A tentativa de criar vitórias midiáticas baseadas em boatos revela uma desesperada necessidade de controle narrativo por parte do Ocidente. Enquanto isso, a realidade no campo se impõe: o comandante está vivo, firme, e promete resposta pesada.
A verdade não pode ser enterrada com propaganda.