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Petrolíferos perdem força na segunda volta da prova

Petrolíferos perdem força na segunda volta da prova

Posted on Março 4, 2025

Petro de Luanda está a baixar os níveis competitivos na segunda volta do Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, Girabola, depois de uma presença forte na primeira metade, com registo apenas de vitórias. Agora, a equipa do Catetão somou apenas dois triunfos e consentiu dois empates em quatro jogos disputados.

O abrandamento na caminhada dos tri-campeões nacionais resulta de quebra física dos atletas não habituados à rotina “non-stop” de jogos. Apesar de manter a invencibilidade, a revalidação do título é uma questão de supra-importância no seio da equipa técnica, depois de falhar a Liga de Campeões Africanos.

A lentidão no engate da caminhada tem impacto além do Eixo Viário. As equipas adversárias podem galvanizar-se para reduzir mais os números de pontos do campeão. Na segunda volta, o Petro de Luanda já viu quatro pontos deitados no caixote de lixo e os protagonistas deste insucesso são o Recreativo do Libolo e FC Bravos do Maquis.

Fruto dos dois empates, os tricolores viram o Wiliete Sport Clube a reduzir pontos e a desvantagem agora é de três. A equipa de Benguela foi a grande vencedora da jornada ao derrotar o São Salvador do Kongo, mesmo com a contestação de Flávio Amado. O duelo foi um dos destaques da ronda 19, em que o avançado Kaporal aumentou a conta pessoal com dois golos no topo dos artilheiros da competição.

Apesar do desaire, o São Salvador já é a equipa sensacional da prova e faz a trajectória com muita responsabilidade. A 11 jornadas do final da competição, a equipa de Mbanza Kongo está a três pontos para cumprir o primeiro objectivo (a permanência) e levar a luta no encalço do segundo: ficar entre os quatro primeiros classificados, no qual o Sagrada Esperança peleja com a força da Kianda.

Os diamantíferos estão em franca recuperação e já ultrapassaram o São Salvador do Kongo e FC Bravos do Maquis. A última vítima tem o nome de Interclube em pleno 22 de Junho.
O Maquis travou o Petro de Luanda na banheira da Camama (entende-se Estádio 11 de Novembro) com muita determinação e a quinta posição na tabela de classificação evidencia o poder de crescimento da equipa orientada por Mário Soares.

O 1.º de Agosto está conformado na terceira posição, mesmo à passo de camaleão. Os miúdos de Filipe Nzanza ganham experiência competitiva e estão cada vez mais longe dos líderes. Tal como o chefe da fila, soma duas vitórias e dois empates. A divisão de pontos com Desportivo da Lunda-Sul na deslocação a Saurimo seria diferente para melhor, se conseguisse manter a vantagem madrugadora.

Os lundas do Sul têm condições matemáticas de disputar até à quarta posição, pois, o oitavo lugar actual pode ser provisório.

No Rocha Pinto, a cavalaria perdeu a ração e o salto esperado continua baixo. Mateus Agostinho “Bodunha” e pares não encontram novos métodos de adestramento para levar os atletas a reagirem com veemência. As duas derrotas consecutivas espelham o peso negativo do comportamento táctico. A continuar assim, o presságio aponta viver momentos de angústia semelhantes à da época passada.

Com batimentos cardíacos irregulares, ora muito rápidos, ora muito lentos, estão o Kabuscorp do Palanca, Académica do Lobito e Recreativo do Libolo. O despique pela 10.ª posição da tabela geral provoca arritmias cardíacas, pois, uma sequência de resultados negativos pode levá-los à zona de despromoção.

O mesmo quadro patológico afecta o Luanda City, Carmona Sport Clube do Uíge e Santa Rita de Cássia Futebol Clube do Uíge. As três agremiações fogem das últimas posições e a luta afigura-se como “missão hercúlea”. Apenas uma vai livrar-se da despromoção, caso não haja outros inquilinos provenientes de cima.

Só um milagre divino salva Isaac de Benguela. A equipa avaliada em um milhão de dólares pelo seu proprietário está com “números fracos”, depois de 19 jornadas disputadas. O lanterna vermelha acende apenas com uma vitória.

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