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Escândalo na Flórida: CEO da Fundação M3M e filho de Riquinho detido por furto e suspeita de burla milionária

Escândalo na Flórida: CEO da Fundação M3M e filho de Riquinho detido por furto e suspeita de burla milionária

Posted on Janeiro 7, 2026

FLÓRIDA, EUA – O angolano Rifen Amílcar Fernandes Miguel, de 26 anos, CEO da Fundação M3M, foi recentemente detido nos condados de Pinellas e Orange, no estado da Flórida. Rifen, que é filho do conhecido empresário angolano Riquinho e irmão do basquetebolista Selton Miguel, enfrenta uma série de processos judiciais de natureza criminal e civil em solo norte-americano.

As Detenções e Problemas Judiciais nos EUA

De acordo com registos oficiais consultados pelo Imparcial Press, o percurso judicial de Rifen Miguel nos Estados Unidos inclui:

  • Acusação de Furto: O gestor esteve sob custódia policial por furto de segundo grau (petit theft), uma contravenção sob jurisdição do Departamento de Polícia de Ocoee. Foi libertado provisoriamente após o pagamento de caução.
  • Ação de Despejo: Em janeiro de 2024, foi alvo de um processo de despejo no Condado de Hillsborough por incumprimento contratual no arrendamento de uma residência. O caso foi encerrado recentemente, embora os termos do desfecho não tenham sido revelados.

Denúncias de Burla com Bolsas de Estudo

Para além dos problemas com as autoridades locais, Rifen Miguel é o centro de graves alegações feitas por famílias e atletas de Angola, Nigéria e outros países africanos. As denúncias apontam para um suposto esquema fraudulento envolvendo a Fundação M3M:

  1. Promessas Falsas: O dirigente teria cobrado dezenas de milhares de dólares com a promessa de garantir vagas e bolsas de estudo de basquetebol em escolas e universidades americanas.
  2. Prejuízos Avultados: Encarregados de educação afirmam que, após o pagamento, as oportunidades nunca se concretizaram e os valores não foram devolvidos.
  3. Quebra de Contacto: Várias famílias relatam que o CEO deixou de responder às tentativas de contacto após receber os montantes, o que motivou queixas formais junto de entidades desportivas e académicas.

Estado Atual dos Processos

Embora os registos confirmem as detenções e a existência das investigações, não existe ainda uma condenação judicial definitiva quanto às alegações de burla. Os processos encontram-se em fases distintas, com algumas investigações ainda em curso para apurar o alcance total dos supostos esquemas financeiros.

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