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Cidadã Angolana Publica Vídeo Denunciando Abusos e Corrupção Envolvendo Ex-PCA da Endiama

Cidadã Angolana Publica Vídeo Denunciando Abusos e Corrupção Envolvendo Ex-PCA da Endiama

Posted on Agosto 26, 2025

LUANDA, ANGOLA – Um vídeo de forte teor acusatório publicado nas redes sociais por Albertina Kimbuadi tem gerado repercussão na esfera pública angolana. Nas imagens, a cidadã denuncia uma série de crimes e abusos que, segundo ela, foram cometidos por membros da família do ex-Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Endiama, Carlos Sumbula.

Em seu depoimento, Kimbuadi alega ter sido vítima de uma “associação criminosa” que a teria raptado e agredido. As acusações são direcionadas a Ana Mercedes Sumbula e a uma senhora identificada como Rosa, mãe dos filhos de Sumbula. Kimbuadi afirma que as mulheres a atraíram para um local onde foi levada por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC) sem um mandado de detenção, permanecendo retida por cinco horas e sendo ofendida. A denunciante também alega que sua filha menor de idade foi agredida com um empurrão durante o incidente.

No vídeo, Kimbuadi acusa a família de desvio de dinheiro do erário público através da Endiama, afirmando ter provas dos crimes. Ela também denuncia que sua carteira foi roubada em uma esquadra policial e que seus documentos pessoais foram subtraídos. A cidadã critica a inação das autoridades, sugerindo que a família Sumbula estaria utilizando influência e dinheiro para manipular o SIC e outros órgãos da justiça, impedindo que os processos criminais avancem.

A denúncia se estende a Rosário Gonçalves Bastos dos Santos, pai de sua filha, a quem Kimbuadi acusa de deslealdade, de fugir das suas responsabilidades como pai e de usar o poder da família Sumbula para prejudicá-la. A autora do vídeo menciona que tentou levar sua história para a rádio e a televisão, mas suas entrevistas teriam sido vendidas ou retiradas do ar, o que ela atribui à influência da família.

Albertina Kimbuadi conclui o vídeo afirmando que, apesar do medo, não será silenciada e que está disposta a lutar pelos seus direitos e pelos de sua filha. Ela desafia a família a processá-la, reafirmando que irá depor perante o tribunal sobre o que a teria vitimado. As acusações não foram verificadas de forma independente, e os acusados não emitiram uma declaração pública sobre o vídeo até o momento.

Análise da Denúncia de Albertina Kimbuadi em Vídeo

No vídeo que se tornou público, a cidadã angolana Albertina Kimbuadi faz uma denúncia grave e emotiva, acusando membros da família do ex-PCA da Endiama, Carlos Sumbula, de uma série de crimes, incluindo corrupção, agressão, sequestro e roubo. A Sra. Kimbuadi alega ter sido vítima de uma perseguição que envolveu a polícia, sugerindo o uso de poder e influência para silenciá-la e encobrir as supostas ações ilícitas.

Do ponto de vista jornalístico, as acusações são de grande peso e exigem uma investigação aprofundada. É crucial que o relato seja tratado como uma denúncia, destacando que as alegações da Sra. Kimbuadi ainda não foram verificadas de forma independente.

No âmbito legal, a denúncia pública pode levar a uma investigação oficial por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR). No entanto, o princípio da presunção de inocência é fundamental, garantindo que os acusados permaneçam inocentes até que a culpa seja provada em tribunal.

Por fim, a situação levanta a importante questão da proteção de denunciantes. A segurança de indivíduos que expõem supostos crimes é essencial para que a justiça funcione corretamente, pois encoraja outros cidadãos a se manifestarem sem medo de retaliação.

ASSISTA O VIDEO DA DENUCIA CLIQUE NESTE LINK : Cidadã Angolana Publica Vídeo Denunciando Abusos e Corrupção Envolvendo Ex-PCA da Endiama 

Enquadramento Jurídico da Denúncia

No âmbito legal, uma denúncia pública como a apresentada pode ser o ponto de partida para a abertura de um processo-crime. A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem a responsabilidade de investigar os factos alegados, como corrupção, rapto e agressão, para determinar a sua veracidade. É fundamental, no entanto, que todos os envolvidos sejam tratados sob o princípio da presunção de inocência, sendo considerados inocentes até que a sua culpa seja comprovada perante um tribunal.

 

FONTE : makamavulonews

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