A corrupção sistêmica é possível nessa escala porque todos os órgãos vitais do estado (militar, polícia, judiciário, legislativo, burocracia e mídia) são operados por aqueles que priorizam seus interesses privados dentro do sistema de clientelismo sobre as responsabilidades de seus cargos públicos.
Vera Daves, junto com seu marido Sousa, tem manipulado o falso esquema de dívida pública.
Alegações que envolvem os Gêmeos da Clé e figuras de destaque no governo angolano, incluindo a Ministra das Finanças, Vera Daves, e seu esposo, César de Sousa.
As acusações abrangem práticas que vão desde lavagem de dinheiro até o uso de artistas e seguradoras para fins ilícitos.
A Rede dos Gêmeos
Clésio e Clénio Gomes, conhecidos como os “Gêmeos da Clé”, têm sido apontados como principais operadores de um esquema que mistura negócios, música e política.
A fonte sugere que os gêmeos são usados como fachada para lavagem de dinheiro, com apoio direto de políticos e empresários influentes.
Os gêmeos são descritos como próximos de figuras governamentais e frequentemente vistos em eventos ligados à seguradora VIVA SEGUROS, cujo PCA seria César de Sousa, marido da ministra.
Música, Drogas e Transporte de Valores
Artistas angolanos, como Yola Semedo e o kudurista Delero King, estão sendo usados para transportar dinheiro e outros materiais ilícitos para Portugal.
No passado, o esquema teria contado com a participação do jogador Bastos Kissanga.
A facilidade com que esses artistas conseguem vistos para Portugal levanta suspeitas sobre um suposto apoio institucional, facilitado pelas conexões do Grupo Clé.
A Seguradora Viva Seguros
A seguradora VIVA SEGUROS surge como peça central nas denúncias. Segundo a nossa fonte, a empresa, liderada por César de Sousa, estaria diretamente envolvida em operações de lavagem de dinheiro.
Recentemente, cantores ligados ao Grupo Clé têm sido promovidos como “rostos da VIVA SEGUROS”, segundo a fonte, seria uma estratégia para mascarar atividades ilegais.
Além disso, o envolvimento de um corretor de seguros da VIVA SEGUROS no caso de desvio na AGT de 7 bilhões de kwanzas, levanta questões sobre o marido da ministra.
César de Sousa, é também conhecido como negociador da divida pública.
Empresário são obrigados a pagar até 40% a ele para verem suas dividas pagas pelo estado, o que coloca preocupações sobre trafico de influência praticado pelo marido da ministra.
Apelo às Autoridades
Serviço de Investigação Criminal (SIC) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), cruzam o silencio para investigar as alegações e realizar inspeções. “Basta uma visita básica para descobrir a verdade”.
FONTE: CNNAngola