O nulo extramuros com o Recreativo do Libolo,no Estádio Mário Pacheco, foi determinante para o 1.º de Agosto recuar, depois de avançar com um triunfo na ronda passada. A recaída fez o conjunto cometer os mesmos pecados de antes, ou seja, a cabeça não foi mantida erguida como ambicionava o técnico Filipe Nzanza.
Ao deixar cair mais dois pontos na casa alheia, o D’Agosto desperdiçou uma soberana oportunidade de igualar à condição os mesmos trinta e cinco pontos do Wiliete, segundo classificado, que apenas joga esta tarde. Assim, fica fácil perceber por que o empate com os libolenses foi em todos os sentidos um mau resultado. Era uma boa ocasião para ganhar e colocar pressão ao concorrente directo.
Comportamento diferente teve o FC Bravos do Maquis. A equipa do Moxico foi forçada a correr atrás do prejuízo, pois o São Salvador marcou primeiro, porém, teve a capacidade de levantar a cabeça para ver a reviravolta. Conseguiu marcar dois golos que não só anularam a vantagem do adversário, como também permitiram morder os calcanhares dos forasteiros. Agora, a equipa do Mbanza Kongo só tem um escasso ponto de avanço na classificação geral. A luta pelo quarto lugar está acesa como nunca antes!
O Interclube e a Académica do Lobito ficaram pelo empate a um golo (1-1), mas os estudantes saíram do jogo com enormes motivos de queixa, porque, antes de fazerem o 1-0, poderiam beneficiar de uma grande penalidade. Como o VAR no Girabola é utopia, os polícias, sem culpas no cartório, conseguiram prender um precioso ponto.