FEZ-SE JUSTIÇA!
No dia 21 de Outubro de 2024, a Sala Criminal do Tribunal da Comarca de Luanda emitiu um despacho de não pronúncia e ordenou o arquivamento da queixa criminal apresentada contra a Bastonária da Ordem dos Médicos, por um grupo de médicos que alegava suposto cometimento dos crimes de peculato, gestão ruinosa e desvio de receitas e património da instituição. O processo, que tramitou com o n.º 4924/2022-MP, está encerrado e arquivado.
A Médica que é Especialista em Pediatria; Mestre em Saúde Materno Infantil; Mestre em Saúde Pública e Doutorada em Medicina; conseguiu juntamente com a sua Equipa de Advogados provar a sua inocência perante o Tribunal.
Dra. Elisa é uma mulher multifacetada, que para além de ser a actual
Bastonária da Ordem dos Médicos de Angola também é Vice-Presidente da Comunidade Médica da CPLP. Presidente da Mesa da assembleia da FAB,Coordenadora do Banco de Leite Humano de Angola,Directora do Centro de Desenvolvimento da Criança de Calumbo e com 33 anos dedicados à Medicina. Tendo plena consciência de que não tinha cometido crime algum, reservou-se ao silêncio durante os últimos anos, a espera do veredicto final do Tribunal.
Com um Curriculum vasto, dispensa apresentações e é sem sombra de dúvidas uma das Médicas mais prestigiadas do nosso País, nas últimas duas décadas granjeou o seu bom nome, chegando mesmo à ganhar vários prémios em Angola e além fronteiras; outrossim; é uma figura pública muito conhecida do povo angolano pelas suas intervenções em programas de televisão; radiofónicos; revistas e jornais.
Nesta senda, é a Primeira Mulher a ocupar o cadeirão máximo da Ordem dos Médicos eleita democraticamente, derrotando de forma esmagadora em 15 províncias os seus adversários(Homens) nas eleições para a Ordem dos Médicos de Angola.
Em suma, a antiga professora e também Ex militar das extintas Forças Armadas de Libertação de Angola (FAPLA). conseguiu manter-se calma e serena até ao fim das averiguações dos factos. No entanto, devido a gravidade e irresponsabilidade da conduta adoptada por um grupo de médicos, motivou a lesada a apresentar queixa criminal contra os referidos detratores por crime de difamação e calúnia, bem como apresentou uma acção cível para indemnização por danos morais e reputacionais.
A Justiça foi feita, que sirva de uma grande lição para todos aqueles que ousarem enveredar pelo caminho da Calúnia e Difamação sem provas concretas dos factos, na tentativa de apagar a estrela e o bom nome de outrem; para sujarem indevidamente a imagem que alguém construiu com muito trabalho; sacrifício; abnegação e ausência do seio familiar; tempo investido e dinheiro em diversas formações ;etc.
Como diz o velho adágio : ” A justiça tarda mas não falha”.